Os autores informam não haver conflito de interesse.
Gabriela Graça Suares Pinto (1)
Regio Marcos Abreu Filho (2)
(1) Polícia Cívil do Estado do Rio de Janeiro;
(2) Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro.
Projéteis que deixam o cano com velocidade superior a 600 m/s concentram uma densidade de energia até dois logaritmos maior que a das armas curtas. Esse excesso de energia é dissipado por um canal permanente de esmagamento e por uma cavidade temporária que pode expandir-se 10–14 × o calibre do projétil, gerando pressões transitórias de 1–3 MPa¹²³. O reconhecimento dos padrões morfológicos derivados desses processos é crucial para o manejo cirúrgico em tempo crítico, a interpretação radiológica e a reconstrução balística em perícias criminais.







