Vol. 3 n. 1, fev. 2018

Carta do Editor

Vol. 3 n. 1, fev. 2018

Nesta edição, apresentamos três trabalhos que abordam as contribuições dos autores aos temas correlatos a Medicina Legal, quais sejam: “Perfil da violência com mortalidade relacionada aos acidentes de trânsito em Alagoas”, “Atendimentos Médico Legais de idosos vítimas de violência na grande Cuiabá”, etc.

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Palavra do Presidente

Vol. 3 n. 1, fev. 2018

A ABMLPM comemora, junto com seus associados e demais leitores, a indexação da Revista Perspectivas no LATINDEX, que é um indicador de qualidade da Revista reconhecido em todos os países de língua neolatina.

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ATENDIMENTOS MÉDICO-LEGAIS DE IDOSOS VÍTIMAS VIOLÊNCIA NA GRANDE CUIABÁ

Vol. 3 n. 1, fev. 2018

O objetivo do presente estudo foi analisar os dados epidemiológicos e médico-legais de indivíduos com 60 anos de idade ou mais atendidos no IML de Cuiabá em 2015.

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CONSIDERAÇÕES MÉDICO-PERICIAS PARA A AVALIAÇÃO DO DANO FUTURO

Vol. 3 n. 1, fev. 2018

Entendemos que o mais adequado e justo, na realidade da prática pericial brasileira, seria que a ponderação do Dano Futuro fosse realizada por ocasião do exame pericial inicial, permitindo que o indivíduo gozasse desde logo do ressarcimento que lhe fosse atribuído pelo magistrado, à luz do conhecimento médico. Desta forma, este artigo sustenta uma quantificação do dano futuro que pode não ser precisa quanto à sua extensão, mas certamente lógica e fundamentalmente científica, contribuindo para a Justiça.

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EXAMES COMPLEMENTARES PARA VERIFICAÇÃO DO TEMPO DE MORTE EM MEDICINA LEGAL

Vol. 3 n. 1, fev. 2018

Este estudo busca reunir os exames complementares para verificação do tempo de morte, que dividem-se em vários tipos ao passo que lançam mão de diversas técnicas para alcançar esses objetivos

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PERFIL DA VIOLÊNCIA COM MORTALIDADE RELACIONADA AOS ACIDENTES DE TRÂNSITO EM ALAGOAS

Vol. 3 n. 1, fev. 2018

O objetivo deste estudo foi determinar o perfil epidemiológico das vítimas fatais de acidentes de trânsito em Alagoas no período de janeiro de 2011 a dezembro de 2015. O estudo foi observacional, descritivo e analítico e as informações foram colhidas nos registros de entrada de cadáveres do arquivo do Instituto Médico Legal Estácio de Lima de Maceió, no período descrito.

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